Na tua fútil vida de quimeras... Lá longe, onde tudo se inicia. O pó serviu a lama da cratera, em tons sutis tingiu a tua vida. E a lama se sujou na tua alma... Mas o espelho se quebrou no quinto dia. Não quis mostrar a face que carrega... De lama fez-se a máscara da tua vida. Caíram céus e sóis no teu poente... E gris tornou-se a água que bebia. A música que a tua festa sustentava... tão triste que ninguém agora ouvia. No mundo vive hoje decadente... Na sombra do teu eu tão esquecido. Por tudo que não fez até agora... Num canto chora o monstro entristecido.
(Adriano Hungaro - "Maldição")

.jpg)

Nenhum comentário:
Postar um comentário