A única condição que separa o sonho da realidade é a força de vontade em realiza-lo!
( Adriano Hungaro )

domingo, 15 de julho de 2018

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Ei moça! Me empresta esse teu batom de cor vermelha e
 vem desenhar comigo esse nosso imenso coração. 
Dentro dele eu só quero escrever: Eu Te Amo! 

Adriano Hungaro
07/01/2017

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Viver é equilibrar-se! É conseguir se manter em pé diante da ausência e do encontro, diante da força e da fraqueza, diante da coragem e do medo. Viver é saber abrir mão muitas vezes das melhores coisas para continuar respirando; é - em muitos momentos - abrir mão dos pesos para continuar leve, para continuar livre e, principalmente, para continuar vivo!

Viver (muitas e muitas vezes) é não se encontrar, é olhar no espelho e fingir que não se conhece. É encontrar-se mas também é perder-se! É saber abrir mão das muitas máscaras, das muitas vidas, de todos os pseudo amores e muitas vezes de nós mesmos.

Viver não é ser o que os outros querem ou imaginam, não é caminhar como os outros dizem ou como desenham. Viver é quebrar regras e paradigmas, é fugir dos racionalistas sem emoção e dos emocionais sem razão.

Viver é equilibrar-se!

É conseguir manter um equilíbrio nosso... na nossa própria corda bamba. É ser a todo momento apenas nós mesmos... sem máscaras, sem mentiras, sem trapaças, sem roteiros e sem lendas. Custe o que custar... digam o que disserem... reclamem o que quiserem.

Viver é equilibrar-se! É saber ser grato e benevolente. É aprender com a vida... com as pessoas que nos cercam e, exatamente em todos os momentos, com nós mesmos!


Adriano Hungaro




Para ser coração, desses que bate por cumplicidade, tem que ser singular... estar entre as mãos de Deus e as asas dos Anjos; tem que saber ser leve, pedaço de sonho a ser realizado, aquele encontro perfeito e apaixonado... sem reticências, sem interrogações, sem prumo ou pudores. Para ser coração, aquele que bate aqui dentro, tem que ser lenda... tem que resenha e ser tudo; tem que seguir o rastro das estrelas cadentes sem deixar pistas... e entre os mundos ir deixando apenas beijos, como sempre me beija. Seguir entre os sóis e as histórias mais apaixonadas, criando sempre finais felizes e para sempre. Para ser coração, o seu no meu peito e vice-versa, tem que amar de verdade... estar entre os jardins floridos e todos os poemas desfolhados; jogar-se do abismo porque sabe voar, voar por necessidade. Saber que de um encontro faz-se o conto... que faz-se a vida. Na face oposta do teu espelho... ser simplesmente infinita! Para ser coração... tem que superar-se dentro de si mesma, sabendo que a vida é breve e o amor é eterno!


Adriano Hungaro

terça-feira, 6 de setembro de 2016

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Antônimos

Eu só queria ter o seu abraço 
Pra ver se eu disfarço essa falta de você 
Poder tocar, sentir o gosto do seu lábio 
Entrar no compasso e o seu coração bater 
Olhar nos seus olhos e dizer Sem você 

Não importa se é doce ou salgado 
Se tá quente ou gelado 
Se faz sol ou vai chover 
Eu achei que tava certo, fui errado 
Era leve, tá pesado ficar longe de você 
Pro escuro ficar claro 
O sozinho acompanhado 
É só a gente ficar junto e não separado 

Eu só existo se for do seu lado 
Se for do seu lado.

( Jorge e Matheus )
06/09/2016
São Carlos - SP

sábado, 3 de setembro de 2016

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ENTRE PEDRAS E FLORES! . . . (2)

Numa etapa da sua vida, entre teus sonhos e tuas decisões, entre o imaginário e o real, você se faz semi-deus e acredita que pode transformar pedra em flor. Então daí, lenta e cuidadosamente, você prepara a terra, aduba e acomoda a tua pedra mais preciosa num vaso chines... confortável e lindo. E você protege-a do sol intenso, do vento gélido e diariamente despende doses homeopáticas de amor e carinho. Com o passar dos dias aumenta ainda mais as doses de amor... esperando transformar a pedra em linda flor. Até que depois de um tempo - quando começa a perceber que as primeiras palavras já não são mais as mesmas, que cumplicidade já está nau e que a frieza começou a tomar conta... conclui por raciocínio lógico (entre a premissa maior e menor) que, infelizmente, houve silogismo. Ora, a pedra regada com carinho e amor continua inerte, continua fria e sem qualquer condição que mude seu estado. Então percebe que - apesar de todo o cuidado e zelo - pedra é pedra e flor é flor! Dai também percebe, numa lucidez ainda maior, que flores não viram pedras e que pedras jamais serão flores. E neste ponto, com muito mais causa do que efeito, você percebe que existem pessoas simplesmente iguais às pedras; pessoas que jamais conseguirão se transformar em flores; pessoas que ao invés de destilarem amor e boas palavras... destilam venenos e pragas. Então, por mais que você dê palavras, carinho, compreensão, cumplicidade e amor... por mais que dê o teu perdão universal... pessoas de pedra mantém um coração de pedra e jamais se transformarão. No final, entre todas as tuas decepções, depois de tanto empenho, compaixão e amor... você conclui que flores são flores e pessoas de pedra serão eternamente pessoas de pedra... Serão eternamente frias, vazias e calculistas!


                                                      ( Adriano Hungaro )

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Seria tão bom se só tivessem abraços... e que fossem eles bem apertados. Seria tão bom se só tivessem beijos... sendo eles sempre: molhados, lascivos e despudorados... daqueles mais apaixonados e eternizados. Seria bom se só tivéssemos chegadas... e que ficássemos totalmente ausentes das nossas partidas. Seria tão bom se não sentíssemos saudades ou, se sentíssemos, que elas se resolvessem em fração de segundos. Seria tão bom se tivéssemos apenas sorrisos... algo mágico e desmedido... e que as lágrimas fossem apenas um acessório inutilizável. Seria tão bom se fosse entre o meu eu, o seu e a terra do nunca... e nós dois juntos brincando em tantas aventuras... Entre o nosso navio voador e as nuvens. E que pudéssemos nos redescobrir dia a dia... nos redesenhando... nos desfazendo e refazendo... até sermos lendas, estrelas, céus e infinitudes. Até ser saudade que se escreve na areia da praia para que as ondas levem por todos os cantos. Seria tão bom se tivéssemos tudo isso... tudo isso e absolutamente mais nada!

(Adriano Hungaro )
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Confesso que gosto de você (!) ... e estou aprendendo a gostar mais ainda com o passar do tempo. Gosto da tua timidez, da tua introspecção e das tuas muitas boas palavras. Gosto de você em trajes chiques e bem maquiada; mas gosto bem mais ainda... de você quase sem roupas... com a cara lavada. Gosto da tua bagunça generalizada.quando se diz, super organizada.

Confesso que gosto de você (!) ... assim também como gosto dos teus medos, das tuas inseguranças, dos poemas que guardou de lembrança e das tuas fotos: pretas e brancas. Gosto do brilho do teu sorriso, da tua boca... dos teus decotes e da tua voz... falada baixa e devagar. Também gosto de olhos nos olhos... do teu olhar.

Confesso que gosto de você (!) ... e gosto mais ainda quando me pede um fragmento... quando me conta boas histórias e me pede para desenhar alguns rabiscos da vida. Gosto de você em todos os teus pedaços, em todos os teus pecados... em todas as tuas entrelinhas; das palavras murmuradas às rimas. Gosto quando te eternizo num poema ou quando apenas digo teu nome. Gosto quando você esta silente ou não quer falar nada porque o dia foi tenso. Gosto contigo... de cada pequeno momento... entre as tantas e tantas horas que vivemos.

Ora... a vida nos põe em seu mar trazendo e levando momentos, sonhos, contos, esperanças, amores e pessoas. O mar me trouxe você para, entre as palavras e rimas, contemplar-te sobre os céus, as estrelas e o universo inteiro. Seja bem vinda!


( Adriano Hungaro )
28/0/2016
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( Adriano Hungaro )
26/08/2016

Música