Que as sombras não me afastem os raios do sol e também não me impeçam de ver os meus próprios caminhos. Que a escuridão não me atinja e, se por acaso atingir, que não me abale... que seja um poço profundo onde eu veja a luz no alto. Porque - incontestavelmente - apensar de todas as sombras e as escuridões, sobrevivo sempre dos meus raios de sol e dos meus próprios caminhos; sobrevivo de uma luz sobrenatural que nunca deixará de brilhar. E assim, por mais distantes que eles estejam... por mais profundo que seja o poço... por mais difícil de chegar a eles... todos os meus horizontes e todos os meus raios de sol... Quem enxerga sou eu!
(Adriano Hungaro)

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