Rosas sem espinhos não são rosas; porque a beleza da flor atrela-se diretamente aos espinhos do caule, numa harmonia direta entre flor e espinho... traduzindo-se em rosa. Assim são muitas almas que, mesmo cheias de espinhos, conseguem viver em perfeita harmonia com a vida e com tudo mais ao seu redor; conseguem... ao invés de se lamentarem pelos espinhos... dar a eles um sentido, um significado, um aprendizado de vida para muitas outras almas. Porque um espinho na alma, na maioria das vezes, não pode ser dor... precisa ser superação.
(Adriano Hungaro)



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